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domingo, 19 de outubro de 2014

New York - agosto 2014

E finalmente eu estive lá! Sonho realizado. 
A cidade pode ser resumida em uma única palavra: cosmopolita! Super recomendo. 
O que impressiona é a grandiosidade. Apesar de muito populosa, tudo funciona. Você percebe os arranha céus maravilhosos contrastando o antigo com o moderno e tudo em harmonia. Tudo muito bem conservado. O sistema público de transporte (metrô) funciona bem, com algumas poucas ressalvas. A cidade não para, mas o comércio fecha as 23h! As pessoas não se preocupam com a vida dos outros e ninguém está olhando o que você está vestindo ou fazendo. Achei o máximo ver pessoas do mundo inteiro num só lugar e ouvir diversas línguas, além do inglês. Não achei o novaiorquino desagradável como me falaram. São pessoas apressadas, mas muito solícitas. 
Desta vez fomos em 3 casais. Chegamos no aeroporto JFK, vôo da TAM. Imigração muito tranquila. Contratamos um transfer do aeroporto ao hotel, que foi muito legal. Preço justo. Um brasileiro naturalizado americano e bem simpático (se alguém precisar, indico: Paulo Cesar - pcendo@hotmail.com).
Ficamos hospedados no NYMA the New York Manhattan Hotel (6W 32nd St). Decidimos por este hotel, em primeiro lugar, pela localização - próximo a várias atrações; segundo por que oferecia café da manhã (muito ruim por sinal - funcionário mal educado e café terrível. Até as panquecas eram congeladas e servidas frias...); e em terceiro lugar porque oferece Wi-fi grátis (o que facilita a comunicação na era do whats app...). O quarto é confortável, banheiro com chuveiro e banheira. Mas apenas 2 elevadores para servir a todos os andares. O salão do café da manhã é super apertado, não comporta a demanda. Os recepcionistas são educados. O check in só é a partir das 15h, mas apesar de termos chegado cedo (às 11h), nos foi permitido deixar as malas no quarto. Na saída deixamos nossas malas guardadas na recepção depois do check out sem taxa extra. E preciso dizer que a tarifa de US$220,00 para New York foi a mas barata que achamos. Ah! Ia esquecendo: fica localizado no bairro coreano! Você vai ver tanto coreano quanto se estivesse na Coreia. De manhã, o cheiro não é muito agradável na rua, pois estão recolhendo o lixo dos restaurantes coreanos e o peixe novo está sendo entregue. Mas isso é só um detalhe que se perde na grandiosidade da cidade.  
O clima nessa época é algo que deve ser levado em conta para a escolha dos passeios. Faz calor e muito! Mas as noites são frescas. Por duas noites tivemos tempestades com raios, mas depois de voltarmos ao hotel. Só precisamos levar roupas leves e sapato confortável, pois a graça da cidade é conhecer a maior parte das coisas a pé. Lembrar de levar sempre uma garrafinha com água. Você desidrata sem perceber.
Nossa viagem não tinha como objetivo fazer compras e não programamos sair de Manhattan para ir aos malls. Em Manhattan as coisas são mais caras que nas demais cidades americanas, mas mesmo assim, infinitamente mais baratas que no nosso bom e velho Brasil (não consigo compreender como e nem porque).
No primeiro dia compramos um chip pré-pago local para cada casal na T-Mobile. Fizemos um plano de US$3,00 ao dia, que incluía 4G e pagamos 30 dólares a mais em um dos chips para termos ligações ilimitadas para o Brasil no período da nossa estadia. Por isso vale a pena ter celular desbloqueado.
Quanto a segurança: andamos de metrô e a pé. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados ou inseguros. Andamos de metrô de madrugada (o que é uma experiência singular, haja vista as figuras que encontramos - me vi num filme surrealista onde estavam Edward mãos de tesoura, e Jack Nicholson no filme o Iluminado, cada um na sua.), mas nada de mal nos aconteceu. 
Andar a pé em Nova Iorque é fácil. Quando digo Nova Iorque, me refiro a Manhattan, onde estão quase todas as grandes atrações.  Manhattan é dividida em 3 grandes áreas: Downtown (ao sul da ilha, abaixo da 14th street) , Midtown (entre a 14th e a 59th street) e Uptown (ao norte da ilha, tudo acima da 59th street). A 5th avenida divide a ilha em leste (east) e oeste (west). São 12 avenidas que crescem de Leste a Oeste e as ruas crescem do Sul para o Norte. 
O metrô não é tão simples como dizem. As rotas podem ser indicadas por letras A, B, C ou números 1, 2, 3.  Ao todo são 468 estações que servem 24 linhas. Vários trens utilizam a mesma plataforma. O mapa é distribuído gratuitamente, mas sugiro baixar o aplicativo NYC subway, que localiza onde você está, diz as estações próximas e ainda sugere a rota para o seu destino. Você precisa saber se está indo na direção correta - uptown ou downtown. Compramos um passe de metro semanal (unlimited metrocard 7 days) que custa US$ 30,00 e te dá viagens ilimitadas por 7 dias a partir do primeiro uso. Melhor investimento. As estações são antigas e bem sujas. Durante o dia, os trens são mais frequentes. A noite o intervalo pode chegar a 20 minutos. Ainda existem trens expressos que passam nessas mesmas plataformas e que pulam algumas estações. Juro que não consegui descobrir como identificá-los, mas algumas vezes tive que descer e pegar o trem no sentido contrário, pois  o trem passou sem parar na nossa estação de destino.
Mas aí segue o nosso bem sucedido roteiro de 1 semana em New York! Com muuuitas fotos. 

DIA 1 - O transfer nos deixou na frente do nosso hotel e nos deu dicas valiosas para nossa estadia. 
Já foi maravilhoso ir chegando e ver o famoso Empire State Building nos perseguindo por onde passávamos. E me senti em uma cena bem novaiorquina ao ver um taxista indiano de turbante parado no trânsito. 


Manhattan com Empire States ao fundo

Após deixar as malas no hotel começou nossa maravilhosa aventura. Fomos andando do hotel até Times Square (cerca de 10 quadras no sentido Uptown). Eu estava me sentindo realizada de estar naquela cidade linda, e apesar do cansaço da viagem e do calor, fomos andando. Decidimos ir comer no lugar indicado pelo Paulo, que fez o nosso transfer do aeroporto para o hotel. Ao chegar na Times Square, demos logo de cara com a Nasdaq e com todos aqueles painéis luminosos impressionantes. Como era a semana que antecedia o US open, estava acontecendo um evento de promoção do tenis e vimos John  McEnroe.
Times Square

Times Square


E então chegamos ao nosso primeiro destino gastronômico de New York City - o CARMINE`S. Comida italiana boa e barata com atendimento maravilhoso. Nosso garçon até ensaiou umas palavras em português quando descobriu que éramos brasileiros (www.carminesnyc.com). Deixamos a sobremesa para o sorvete da Ben & Jerry`s e depois dessa comilança toda, fomos conhecer NYC a pé. Precisávamos ter noção espacial da cidade antes de mais nada. Optamos por caminhar até a famosa 5th avenue e seguir por ela até o Central Park. A 5a. avenida tem muitas vitrines lindas e caras, além de lugares famosos como a loja conceito da Apple, o Rockfeller Center e o Trump tower. Fiquei encantada com o lugar. A cada minuto mais apaixonada pela cidade. Parecia que eu estava participando de todos os filmes que já vi. A sensação era mesmo de dejàvu.




A quinta avenida é simplesmente surpreendente. Tudo lindo. Tudo perfeito. Não dá pra imaginar a extensão da mesma. Andamos da 42nd até a 59th street, onde começa o Central Park. Vimos a belíssima Trump Tower e até entramos pra tomar uma água. Entramos na Catedral de St Patrick, maior catedral católica dos EUA, que está em reforma, mas permite visitas. Do outro lado da rua fica uma igreja episcopal, também muito bonita - St. Thomas. Entramos também na loja da Apple. Esta loja é uma loucura. É a loja cubo, onde Steve Jobs fazia todos os lançamentos. É um cubo de vidro ao nível da rua (esquina do Central Park), mas embaixo é enorme e lotada. Funciona 24h/dia 7 dias da semana. Ao lado da Apple Store fica a maior e mais linda loja de brinquedos do mundo - a FAO. 

5th Avenue - perto do Rockfeller Center

Dentro do chiquerrímo Trump Tower

Trump Tower 5th Avenue

The French Building 5th Avenue

 
St Patrick Cathedral

St Patrick Cathedral

St Thomas Episcopal church 5th Avenue

Portal da St Thomas church

5th avenue

Morangos da vitrine da LINDT - 5th Avenue

Apple Store 5th avenue


Interior da Apple Store 5th avenue

Depois era hora de começar o caminho de volta. Paramos pra conhecer a famosa biblioteca pública de NY com seus leões de pedra da escadaria. Os salões de estudo são coisa de cinema. Nem todas as salas são abertas a visita. A entrada é gratuita. Atrás da biblioteca existe uma área verde impressionante, onde os novaiorquinos descansam no final do dia - o Bryant park. Ficamos impressionandos como existem áreas verdes disponíveis no centro da cidade. Bem perto de lá, visitamos o Grand Central Terminal - o maior terminal de trens do mundo em número de plataformas (44 plataformas), é na frente da Grand Central Station que acontece a batalha final do filme Avengers. . Depois retornamos ao hotel para nos prepararmos para o nosso passeio noturno.


NY Public Library

NY Public Library

NY Public Library

NY Public Library

The Bryant Park

The Bryant Park

The Bryant Park - nota-se o Empire State building.
Grand Central Station

Grand Central Station

Grand Central Station

Grand Central Station

A noite fomos fazer a visita do Empire State Building. Compramos ingressos pelo site, antes da viagem e agendamos a visita. Compramos um combo que incluia uma atração chamada skyrider, localizada no segundo andar do prédio. O skyrider é um simulador com 30 minutos de duração que nos leva a um passeio pelas principais atrações de NY. Só vale a pena porque nos economiza um bom tempo de fila. Ao sairmos do Skyrider, pegamos a fila pela metadde para subir ao Empire State. O Empire State é um prédio de 102 andares considerado o mais alto do mundo por 40 anos. Não subimos ao andar 102. Só compramos ingresso até o 86...Mas a visita valeu todos os minutos da fila.  Use o banheiro do 2 andar antes de pegar o elevador. 

saída do Skyrider - Empire State Building

Maquete do Empire State Building - interior do prédio 

Mirante do andar 86.

Vista de Manhattan do mirante do 86 andar

Recepção do Empire State Building

Vista de Manhattan. Ao longe o Chrysler building

Mirante do 86 andar do Empire State Building


Terminamos a noite extremamente cansados e felizes. Resolvemos comer uma pizza no hotel. Essa pizza nos foi indicada por um casal de amigos. O melhor é que ao pedir a pizza nos sentimos no episódio do nazista da sopa de Seinfeld e esperamos a qualquer momento que ele diga: "No pizza for you!" A pizza é uma delícia e barata. Algumas dicas: não demore para escolher, leve dinheiro trocado, não olhe no rosto do dono e não converse muito ou ouvirás um singelo: "NO PIZZA FOR YOU!" Mas valeu!

Olha o tamanho da fatia junto da tampa de coca cola...

DIA 2 - Depois de um café da manhã muito ruim no hotel, saímos em direção ao Central Park. Começamos o dia vistando o Museu de História Natural. A entrada do museu é apenas sugerida. Você quando chega no caixa, paga exatamente o quanto quiser. Pagamos US$5,00 por pessoa. O museu vale muito a pena e infelizmente não tínhamos o tempo livre pra visitar tudo com calma.. Tivemos que priorizar algumas partes em detrimento de outras. Foi neste museu que foi filmado "Uma Noite no Museu" e procuramos visitar tudo que era relacionado ao filme. Nos demos 2 horas para cada casal passear no museu e marcamos encontro no dinossauro da entrada para seguirmos em frente. Tudo no museu vale a visita. 

Escadaria do Natural History Museum


Hall de entrada do Natural History Museum




Os primórdios da humanidade

Era dos dinossauros - muito legal!



E não podia faltar a foto com o chicletão - uma noite no museu.

Saímos do Museu de História Natural, que fica do lado oeste do Central Park e fomos passear a pé, mais uma vez. Nossa intenção era fazer o tour de bicicleta pelo parque, mas não deu. Fomos pela calçada do parque até o Dakota Building , construído em 1884 na esquina na 72nd street, onde John Lennon foi assassinado e também onde foi gravado o filme "O bebê de Rosemary". A partir daí, entramos no parque. O central park é surpreendente - enooooorme! Tentamos usar o aplicativo de localização, mas não nos ajudou muito. Entramos pelo Strawberry Fields - lá existem constatntes homenagens aos Beatles. Caminhamos pelo parque até encontrar um lugar legal para um lanche, com bom atendimento. O cara que nos atendeu, ao descobrir nossa nacionalidade não parava de repetir que ele não acreditava como a Alemanha fez aquilo com o Brasil na semifinal da copa...
Caminhamos até a esquina da 59th street com a West Central Park, e vimos o grandioso Trump International Hotel (um dia me hospedarei lá!). Depois dessa grande caminhada, pegamos o metro para a Times Square, pois precisávamos comprar ingressos para os espetáculos da Broadway. Existe um guiche de vendas da TKTS na Times Square que abre as 14h para vender ingressos de última hora com descontos que variam de 30 a 70% para espetáculos na mesma noite. Conseguimos comprar depois de uma longa espera.
Dakota Building

Central Park West

Strawberry Fields Central Park West

Central Park

Central Park

Central Park

Central Park - próximo ao Heckscher Ballfields

The Ballfield cafe - Central Park


Central Park

Central Park

Central Park - fotos de modelos

Central Park West


Times Square

Homenagem a Robbin Williams - Times Square

Uma vez com os tickets nas nossas mãos, fomos andar pela 6th avenue. Começamos conhecendo a sede do famoso Wall Street Journal, depois HBO. Caminhamos de volta até o nosso hotel e fomos nos preparar para nossa primeira noite na Broadway! Nossa intenção era assistir ao musical Matilda - que tinha sido premiada com o OSCAR da Broadway em 2013, e conseguimos ingressos com 40% de desconto. O espetáculo surpreendeu em todos os aspectos. Fiquei impressionada com a interpretação das crianças, O musical dura cerca de 3 horas e elas fazem melhor que muito adulto que já vi atuando. Vale salientar que Matilda tem apenas 9 anos de idade. Faria tudo de novo! Ao sair do teatro, fomos jantar no Bubba Gump - sim,  aquele mesmo - do Forrest Gump! Comida deliciosa e atendimento show! Voltamos para o hotel caminhando, para não perder o hábito. No caminho passamos pelo Madison Square Garden e ainda vimos a loja do nazista da sopa, o original de Seinfeld. Pra fechar a noite compramos donuts pra garantir o café da manhã do dia seguinte, pois desistimos do café do hotel. 

The Wall Street Journal - 6th avenue

HBO - 6th avenue

Broadway - Shubert Theatre

Shubert Theatre - Matilda

Bubba Gump - Times Square





Madison Square Garden

Karaoke coreano, perto do nosso hotel

The Original SoupMan - Seinfeld

Dunkin Donuts

DIA 3 - Esse era um dia muito esperado, pois íamos conhecer um ícone das Américas - A estátua da liberdade, maior símbolo da cidade de Nova Iorque, doada pelos franceses em comemoração ao centenário da assinatura da Declaração de Independência (nome original: a liberdade iluminando o mundo). Compramos ingressos antecipados aqui do Brasil, pelo site oficil (www.statuecruises.com). Compramos com cerca de 30 dias de antecedência e mesmo assim, não conseguimos ingressos para subir até a coroa da estátua, só pudemos ir até o pedestal. Ingressos para a coroa devem ser comprados com 4 meses de antecedência. Para visitar a estátua existem 2 maneiras diferentes. É possível fazer o passeio gratuito através do Staten Island Ferry que saem do pier, mas que não atracam na Liberty Island. Dessa forma, só é possível passar pertinho e tirar fotos, mas não se chega até a estátua. A segunda maneira, e a que nós escolhemos, é através da balsa do Statue Cruise, com saídas de Manhattan (Battery Park) ou de New Jersey. 
Chegamos cedo ao Battery Park, pois antes do embarque somos submetidos a uma minuciosa revista de bolsa e detectores de metais. Bolsas grandes, carrinhos de bebê e bebidas não são permitidos. Infelizmente não deu pra explorar o Battery Park. Para nossa surpresa tinha um senhor vendendo sombrinhas do nosso frevo pernambucano em frente ao embarque da balsa e que não gostou muito da foto que eu tirei. A medida que nos afastamos de Manhattan e nos aproximamos da Liberty Island e da estátua, entendemos sua fama. Ela encanta. No entorno da estátua um belo parque e um café. Não existe hora marcada para o retorno, mas precisa prestar atenção no horário da última balsa. Na volta a balsa ainda faz uma parada em Ellis Island, para visita do museu da imigração mas escolhemos não descer. Para visita do museu da liberdade e para subir no pedestal da estátua passamos por nova revista e precisamos deixar as mochilas em um locker. Não importa o que dizem por ai. Eu adorei visitar a Estátua da Liberdade e faria tudo de novo. O lugar é lindo. 

Battery Park

Entrada para o Statue Cruise - Battery Park

Battery Park

Na balsa, vista da Liberty Island

Nos afastando de Manhattan na balsa do Statue Cruise

Manhattan vista de longe com o WTC one ao fundo

Chegando na Liberty Island

Desembarcando na Liberty Island

Vista do pedestal da estátua

Vista do jardim da estátua


Hudson River

Mirante para o Hudson River

Hudson River

WTC one - Manhattan


#tricolornomundo

No retorno para Manhattan caminhamos um pouco pelo Battery Park. Bem próximo do Battery Park fica o National Museum of American Indian, cenário de vários filmes americanos, dentre eles Ghostbusters - os caça-fantasmas. Foi lá que fomos abordados por um torcedor brasileiro, que vendo nossa camisa (que sempre usamos em viagens no intuito de levar a fama do nosso time para fora do Brasil) comentou: "O Santa Cruz, não é o maior time de Pernambuco. É o maior time do mundo." E assim seguimos com nossa missão #tricololornomundo.


Monumento da Imigração - Battery Park

Clinton Castle - Battery Park (aqui vende-se ingressos para a estátua da liberdade e dá pra ver o tamanho da fila!)

National Museum of the American Indian


Saíndo do Battery Park fomos até a Katz's Deli (205, E Houston St). Foi lá que Harry encontrou Sally no filme Harry & Sally - feitos um para o outro. Como o lugar ainda é indicado pela comida deliciosa no site man x food, demos uma chance e vencemos. A comida é maravilhosa, apesar da superlotação do lugar. Aguardamos cerca de 40 minutos por uma mesa. 





Depois de um dia super cheio de atrações, nos demos um tempinho para compras. E até as compras em NYC são feitas em cenários de filmes. Entramos da FAO (5th avenue), maior loja de brinquedos do mundo, e encontramos o piano de "Quero ser Grande". Fiquei encantada com a qualidade e variedade de brinquedos nessa loja. Show! Dai fomos até a Macy's, Disney Store, KMart, Skechers,  Croc`s  etc... Final da noite, mortos de cansados, cheios de sacolas, mas valeu a paradinha no donuts e na pizza do nazista.

Interior da FAO 5th avenue - the BIG piano






5th avenue

5th avenue

DIA 4 - No nosso quarto dia em NYC fomos conhecer o World Trade Center Memorial and Museum. O One Trade Center, com 104 andares, foi construído no local onde ficava o World Trade Center. Ao lado desse prédio fica o National September 11 Memorial & Museum, onde eram as torres gêmeas. A visita ao museu precisa ser agendada com antecedência no site (www.911memorial.org). O ingresso do museu inclui a visita ao memorial. O local é chocante. Fiquei emocionada. É como se estivessemos em um cemitério, sem corpos. O lugar faz com que não esqueçamos o que houve no sep/11 e nos faz ver que é viver o terrorismo. O lugar merece respeito. O nome de todas as vítimas está gravada no mármore negro que foi utilizado para construir o espelho de água no lugar das torres. Todos os dias um funcionário coloca uma rosa branca ao lado do nome das pessoas que estariam aniversariado naquela data. O lugar é uma lição de vida e de respeito.


Vista do One World Trade Center

Entrada do Memorial 9/11

Local onde era loacalizada a torre 1

Local onde era localizada a torre 2

Rosa branca colocada ao lado do nome da vítima que estaria aniversariando naquele dia

One World Trade Center

Uma das colunas de aço que resistiram ao ato terrorista de 11/09

Parede interna que serve de contenção para o Hudson River

Pedaço retorcido de metal encontrado nos destroços que homegeava as milhares de pessoas que trabalharam na construção do complexo WTC

Imagem das torres gêmeas alguns minutos antes do ataque

Imagem logo depois do ataque

Caminhão de bombeiros que ajudou no resgate das vítimas e que foi danificado pela queda de uma coluna de aço dos detroços que matou grande parte da corporação


Coluna de aço, última a ser retirada do local do ataque, onde os familiares colocavam recados e fotos dos desaparecidos

local onde a torre 2 era localizada

mensagem que podemos colocar no museu WTC

Tentativa de representação do azul do céu no dia do ataque terrorista às torres gêmeas


Saíndo do memorial 9/11 fomos conhecer o distrito financeiro de NYC. Bem perto da saída do memorial 9/11 fica a maior igreja protestante dos EUA, a Trinity Church e ao lado, uma igreja católica - St Paul Cathedral. 



Trinity Church

Trinity Church

Trinity Church

Trinity Church

St Paul Cathedral

St Paul Cathedral

Nos restava ainda neste dia visitar o coração finaceiro do mundo - Wall Street. Era um domingo e estava tudo fechado e tranquilo, mas foi melhor assim, pois não é mesmo possível visitar e assim deu pra tirar fotos mais tranquilamente. Só assim, pude mostrar ao mundo que meus amigos socialistas e sindicalistas também curtem essa parte do mundo... Ainda no distrito financeiro vimos a sede do American Express e fiz uma foto pra um amigo, único usuario dessa bandeira no Brasil!
Por ser um distrito bem peculiar, também achamos uma loja de esportes para milionários.  E não podia faltar o touro de bronze, símbolo de Wall Street (The Chargin Bull). Diz a lenda que é preciso acariciar os testículos do touro para chamar a riqueza para si. Na dúvida, preferimos não contrariar a regra...

Amigos socialistas em frente ao TD Bank, Wall Street

Bolsa de valores - Wall Street

American Express Company

Loja de esportes para milionários

The Charging Bull - Wall Street

Tradição: the charging bull

Praça perto do touro de Wall Street (Bowling Green)

Saíndo do Financial District, fomos andando até o SeaPort District, em direção à Ponte do Brooklyn. Todos os guias e blogs consultados antes da viagem nos indicavam um lugar fantástico às margens do Hudson River, com vários restaurantes e lojinhas, chamado Pier 17. A caminhada foi longa, o sol a pino, e o Pier 17 estava em reforma! Tivemos que nos contentar com o Pier 16 e com a vista de longe da Ponte do Brooklyn. Não restou energia para cruzá-la. Voltamos pelo Seaport Museum e pegamos o metrô para a Times Square, onde almoçamos no Olive Garden.

Seaport District NYC

Seaport District - Ponte do Brooklyn

Seaport district NYC Pier 16

Seaport district NYC Pier 16

Ponte do Brooklyn

Seaport Museum

propaganda de jeans na Times Square - quero um desses!

M&M`s Times Square

Energias refeitas, depois do almoço seguimos para o Rockfeller Center. É um complexo de 19 edifícios no centro de Manhattan, onde ficam os estúdios da NBC e a Radio City Hall. Os jardins internos são muito bonitos e é lá que fica a famosa árvore de natal de NYC. Vale o passeio por dentro do complexo. O edifíco central do Rockefeller Center é o GE building, e nos andares 67-70 fica um observatório chamado Top of the Rock. A vista do Central Park é melhor que a do Empire States. A grande vantagem do Top of the Rock para o observatório do Empire State Building, é que do Top of the Rock você consegue fotografar o Empire State Building! Fica a dica: visite o Empire State à noite e o Top of the Rock de dia! A entrada é paga, mas não precisa de agendamento prévio.
Para terminar o dia, algumas comprinhas básicas pra fechar com chave de ouro.

Rockfeller Center 

Rockfeller center Time and Life magazine

Radio City Music Hall - anunciando show de Roberto Carlos

GE building

GE building

GE building


Esta área verde imensa no meio da selva de pedras é o Central Park.

Vista do Top of the Rock

Vista do Top of the Rock - Empire State Building

Top of the Rock

Top of the Rock

Parede de cristla Swarovski - Top of the Rock

Jardin central do Rockfeller center

Lego Store - Rockfeller Center

DIA 5 - No quinto dia de nossa estadia estava previsto passeio pelo lado leste do Central Park com visita de todas aquelas estátuas famosas, terminando nossa manhã com a visita ao Metropolitan NY, que fica localizado do lado leste do parque. O dia estava bonito e estávamos prontos para uma bela caminhada. Fiquei apaixonada pelo Central Park. É o pulmão da cidade, Ele é enorme, estende-se por 51 quarteirões e tem 150km de caminhos para pedestres. Sendo assim, impossível conhecê-lo em uma só viagem. Já é um motivo para retornar.
Desta vez resolvi comprar um mapa do parque, por US$2,00. O mapa nos foi muito útil. Começamos com a estátua do libertador - Simon Bolivar. Depois nos encantamos com algumas paisagens legais do lugar e depois seguimos o nosso mapa em direção ao zoológico do filme Madagascar (não entramos). Vimos o dancing Goat, o delacorte clock, o dancing bear, Balto. Paramos para descansar e conversar um pouco na Literary Walk - com árvores de 150 anos de idade e cenário agradável. Depois seguimos para o Bethesda terrace & fountain, que é uma área bem agradável, que tinha um cidadão tocando violino e deixando o ambiente ainda mais agradável. Bem próximo fica a famosa boathouse com o lago dos pedalinhos. Daí, seguimos pelo caminho da direita até o Conservatory Water, onde ficam os modelos de barcos guiados por controle remoto. Cenário de filme, mais uma vez! E terminamos com a estátua da Alice no País das Maravilhas. 

Estátua de Simon Bolivar lado Leste do Central Park



the dancing goat

Central Park Zoo - Madagascar

Delacorte clock

The dancing bear



Central Park

Central Park

Balto

Central Park

Literary Walk - Central Park

Literary Walk - Central Park

Bethesda Terrace

Bethesda Terrace

Bethesda Terrace

Bethesda Terrace and Fountain

Lago da BoatHouse

Alice no País das Maravilhas

Conservatory Water - Central Park

Central Park

Ao chegarmos na altura do Metropolitan, subimos do Central park para a calçada da East Central Park e fomos ao Metropolitan. O MET é enorme e valem as mesmas dicas do Museu de história natural. Seja objetivo ou vai ficar 2 dias no museu. Use e abuse do mapa. Marque uma hora para sair ou esquecerás do tempo e não vai dar pra fazer mais nada. O preço do ingresso é sugerido. Você paga o quanto quiser para entrar. Pagamos US$5,00 por pessoa. 
Nos separamos na entrada e nos demos 2 horas para visitar tudo. Cada casal por sua própria conta e risco. A gente chegou morrendo de fome e fomos logo até o restaurante do museu, que tem comida variada e com preço justo. O lanche foi o que eu estava com vontade de comer desde a minha chegada, mas não tinha tido coragem de comer a rua: HOT DOG com batatas fritas! Depois de alimentada, eu estava pronta pra outra etapa. 
Eu e meu marido conseguimos fazer toda a área egípcia, que tem um acervo impressionante, a área de arte e arquitetura americana, arte medieval, arte bizantina e finalmente paramos para apreciar um pouco a arte greco-romana. Nesse ponto mandamos por whats app um desafio para nossa grande amiga filósofa - identificar um filósofo grego famoso pelo busto - e ela falhou. Era aristóteles! Ainda seguimos pela arte islâmica e depois almoçamos com todos no restaurante do MET. Não podíamos demorar muito, pois tínhamos hora de visita marcada na sede da ONU...


Metropolitan NYC

aréa egípcia MET NYC

área egípcia - MET NYC

área egípcia - MET NYC

arte e arquitetura americana

HOT DOG MET NYC

arte medieval -MET NYC

arte bizantina - MET NYC

arte greco-romna MET NYC

busto do filósofo grego - desafio lançado.

arte islâmica - MET NYC

A ida para a sede da ONU foi uma aventura. É necessário agendar a visita previamente pelo site (visit.un.org). O local fica localizado na 1st av, nas margens do Harlem River e não existe nenhuma linha de metrô próxima. Resultado, não pegamos taxi porque achavámos que era perto do metrô e precisamos correr muuuuito pra conseguir chegar na hora. Como eu era a guia do grupo, fui chamada de louca e de malvada, por fazer o grupo inteiro correr pelas ruas de NY. Ao chegar na sede da ONU, temos que passar por uma revista antes de entrar. O passeio é interessante, mas eu não faria de novo. Conhecemos as obras de arte e os salões. O passeio começa pela sala do conselho de segurança, responsável pela paz e segurança dos países do mundo.O passeio continua pelo salão verde, dos direitos humanos. Também conhecemos o salão da assembléia geral da ONU. Vistamos o acervo de obras de arte e o salão dos direitos humanos. Ficamos conhecendo o programa que propõe o fim da fome no mundo com a doação de um copo medida de comida balanceada por dia  para cada pessoa que vive na abaixo da linha de pobreza no mundo. Na saída ainda podemos mandar um cartão postal direto das United Nations para casa, por US$0,20 e comprar algo na lojinha. A visita dura cerca de 1 hora.
Na nossa volta para o hotel, pegamos um metrô bem cheio. E pra nossa surpresa, ao chegarmos perto do hotel vimos o Empire State Building todo iluminado nas cores do Brasil, em homenagem ao Brazilian Day que se aproximava.
E depois de um bom banho, mais uma noite na agitada Times Square.

São Jorge matando o dragão na entrada da sede da ONU NYC

sede da ONU

 
Mosaico pela união dos povos e raças ONU

sede da ONU em obras

mural pelos direitos humanos - ONU

Sala do Conselho de Segurança da ONU

Salão dos direitos humanos

Estátua de Saint Agnes - doada pelo Japão após o ataque da bomba atômica

Salão da Assembléia Geral da ONU


Mural dos direitos humanos 



maquete do prédio da ONU NY



NYC próximo à sede da ONU

metrô cheio depois da visita da ONU

Empire State Building com as cores do Brasil

E um sorvete da Baskin Robbins pra finalizar o dia!

Times Square

DIA 6 - Estava chegando o dia de voltar pra casa e ainda tínhamos uma enorme lista de encomendas para vencer. Resolvemos visitar uma loja muito boa de eletrônicos chamada B&H. Esta loja pertence aos judeus ortodoxos. É muito interessante ser atendido por pessoas com aquelas roupas de judeu. Você nem acredita. Só lembrei de Woody Allen. A loja tem um atendimento perfeito e dois brasileiros trabalhando por lá (420, 9th ave). Vencida essa etapa, nos encontramos para aproveitar nosso último dia inteirinho na Big Apple.



Era o dia de conhecermos o Meatpacking District e suas delícias! Nosso destino dessa manhã era o Chelsea Market (15th st com 9th ave). O Chelsea Market é um mercado público com lojas de utensílios dométicos e muitas lojas de comidinhas e ingredientes de cozinha. O lugar é fantástico. Tudo acontece no andar térreo. Os andares de cima são escritórios de várias empresas. Foi um dos melhores passeios que fiz em New York e não vejo a hora de voltar lá. O Chelsea Market fica nas instalações da antiga fábrica de biscoitos da NABISCO, aquela que fabrica o famosos Óreo. 
No caminho para lá passamos em frente a uma das sedes da Google. Chegando lá, experimentamos o brownie da fat witch bakery. Delicioso! Tem de vários sabores e tamanhos. Lá também encontramos lojas de especiarias, frutos do mar, mercados italianos, feira de cestas e artesanatos, e provamos um donut bem diferente, feito na hora, e muuito saboroso - no doughnuttery. O ambiente é tão maravilhoso que ficou um gostinho de queria ter mais tempo pra ver e usufruir de tudo com calma...

Sede da Google em NYC

Chelsea Market

Chelsea Market

The Fat Witch Bakery - Chelsea Market

loja de especiárias no Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Doughnuttery - Chelsea Market

Processo de fabricação dos donuts no Doughnuttery - Chelsea Market

Chelsea Market

Mercado Italiano - Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Depois de sair do Chelsea Market, nosso destino era almoçar no Eataly (200, 5th av na altura das ruas 23rd e 24th). No caminho para o Eataly, passamos na frente do Flatiron Building - ele foi um dos primeiros arranha-céus construído em Nova Iorque e tem esse nome por ter uma forma semelhante a um ferro de passar roupas. Ele possui 22 andares e 87 metros e foi inaugurado em 1902. O bairro do entorno é chamado Flatiron District. No filme Spider Man este prédio abriga o escritório do Daily Bugle. E ainda pegamos mais divulgação do US Open, dessa vez com o Bob e o Ken!

Flatiron Building

Flatiron Building

Flatiron District

Promoção do US Open com o Bob e o Ken!

Eataly Gourmet Italian Food - o lugar é uma loucura. É um grande galpão, com uma feira de utensílios, livros de receitas, ingredientes italianos e vários restaurantes - do mais simples café ao mais sofisticado serviço de mesa. E tem muita gente lá dentro, um verdadeiro complexo gastronômico. Não é fácil conseguir uma mesa e não basta pegar uma mesa livre. É preciso se dirigir a um dos 3 seating point e colocar o nome na fila de espera com um atendente. Ainda é possível fazer aulas de culinária no local. 
Fizemos a opção de comer no La Pizza & La Pasta e esperamos cerca de 45 min por uma mesa. Mas nesse tempo ficamos explorando o local.  Comida deliciosa e atendimento nota 10. O lugar deve ser obrigatório em todos os roteiros. 

Interior do Eataly

Queijaria do Eataly

Massa frescas a venda no Eataly

Açougue do Eataly

Eataly


Etalay
 
Eataly

Etalay

La Pasta - Eataly

Prato de entrada no Eataly

Prato principal no Eataly

Cenas de NYC

Cenas de NYC

Como era nossa última noite na Big Apple, decidimos ir ao guichê da TKTS da Times Square pra comprar ingressos para outro musical da Broadway. O escolhido com 30% de desconto foi Les Miserables! 
Voltamos para o hotel pra descansar um pouco e em seguida precisávamos nos despedir da cidade em grande estilo. O musical não deixou nada a desejar. Me deu a sensação de que eu deveria ter ido a um musical diferente cada noite, mas infelizmente não deu. Três horas de entretenimento muito bem pagas. O nosso jantar de despedida foi no Red Lobster da Times Square. Jantar muito bom com atendimento perfeito. Ainda arrumamos as malas nessa noite, pois eu ainda queria aproveitar a manhã seguinte pra conhecer outras coisas que não conseguimos e que estavam no nosso roteiro.

Próximo a 32nd St NYC

Times Square NYPD

NYPD

Broadway - Les Miserables

Broadway


Les Miserables


Times Square - Broadway

Despedida - Red Lobster

Red Lobster

Despedida NYC - Red Lobster

DIA 7 - Nossa partida! Enquanto uns foram às compras ou arrumavam malas, fui passear com meu marido e valeu a pena! Fomos até o Green Village e visitamos o Washington Square Park com seu belíssimo arco - arco de Washington. O parque funciona como ponto de encontro de atividades culturais no bairro. A maioria dos edifícios no entorno do parque pertencem hoje à Universidade de New York. 

Washington Square Park

Washington Square Park

Washington Square Park 

Washington Square Park

Washington Square Park

Saíndo do Washington Square Park fomos conhecer um outro parque inusitado da cidade - o High Line Park. É um parque linear de aproximadamente 2,5 Km construído em 2009 em uma via férrea elevada e desativada, transformada em um espaço verde inovador. O High Line Park fica bem próximo ao Chelsea Market, no sudoeste de Manhattan, no Meatpacking District. Quando a linha foi construída em 1930, o bairro era ocupado por indústrias e transportadoras e os antigos galpões estão sendo convertidos em galerias de arte, residências e restaurantes. Passeio bem diferente e inusitado que vale a pena e que se estende por 19 quadras. 
E chegava a hora de ir embora! Valia ainda algumas fotos finais da Macy`s, bairro coreano e da nossa querida Empire Pizza! Valeu NYC - você é demais!

High Line Park 

High Line Park 

High Line Park

High Line Park

High Line Park

High Line Park

High Line Park

MeatPacking District

High Line Park

High Line Park

High Line Park

NYC


Macy's NYC (12 andares de loucura pra quem gosta de comprar)

Bairro Coreano


Não resisti e tirei a foto com elas, mas o nazista não estava!

Mas como sempre digo: é impossível explorar tudo que uma cidade tem a oferecer em tão poucos dias. Vou ter que voltar algumas vezes a New York para conhecer bem os MET e o Museu de HIstória Natral. Quero andar de bicicleta no Central Park, quero ir a muitos outros musicais da Broadway, preciso voltar no Eataly e no Chelsea Market.Não entrei em muitos museus como o do Indio Americano. Não consegui passear na Ponte do Brooklyn. Não fui a New Jersey. Não vi o Guggeheim. Não fui a Universidade de Columbia e era preciso tempo para conhecer o cenário de vários filmes famosos. Mas eu ainda volto lá - já está na minha agenda!