A Irlanda é um país muito interessante. Rico em belezas naturais e com povo acolhedor. É um país Insular localizado no Noroeste da Europa e banhado pelo Atlântico Norte (famoso mar do Norte). A Ilha é dividida entre Irlanda no Norte (que faz parte do Reino Unido) e República da Irlanda (país independente e membro da União Europeia). Mesmo fazendo parte da comunidade europeia, A Irlanda optou por ficar fora da zona de livre circulação de Schengen, tendo sua própria política de imigração e circulação. No entanto, A Irlanda mantém um acordo histórico de circulação livre apenas com o Reino Unido, conhecido como Common Travel Area (CTA).
 |
| Mapa da Irlanda |
A Irlanda é um dos países mais seguros da Europa. O idioma oficial é o irlandes (gaélico), mas o inglês é o idioma mais falado no país. A capital da Irlanda é Dublin. A população irlandesa estimada é de 5.3 milhões de habitantes (2024). Apesar de atualmente estar entre os países mais ricos do mundo (PIB), a Irlanda já foi uma das nações mais pobres da Europa, enquanto esteve sob domínio do Reino Unido e durante décadas após a sua independência. Conhecida como a Ilha Esmeralda, devido à grande quantidade de colinas verdes, o povo irlandes é conhecido por ser muito hospitaleiro.
Os primeiros povos que habitaram a ilha foram caçadores que chegaram através de uma ponte terrestre entre os continentes, formada na era glacial (por volta de 8.000 a.C.). Os primeiros Celtas chegaram por volta do ano 1.600 a.C. Em torno do ano 800, houve várias invasões vikings, que trouxeram um período de caos, seguido pelo domínio britânico, tornando-se um país independente desde 1922.
O que eu preciso saber antes de visitar a Irlanda?
Lá o tempo é muito instável e pode chover a qualquer momento, pois é uma ilha. A moeda local é o Euro, e não a libra. A Irlanda faz parte da Comunidade Europeia, só não adotou o espaço Schengen. As estradas são bem estreitas e a condução se faz ao lado esquerdo, como no Reino Unido. As tomadas são do tipo G, com 3 pinos retangulares dispostos em forma de triângulo (230v 50Hz), e possuem um pequeno interruptor na própria placa da parede que precisa ser ligado para a energia passar, como no Reino Unido.
 |
| Tomadas tipo G - Irlanda |
Brasileiros não precisam de visto para visitar a Irlanda, podendo ficar até 90 dias por lá. É necessário apenas um passaporte com pelo menos 6 meses de validade. Também é obrigatório ter um seguro viagem para entrar no país, embora ninguém tenha pedido esse seguro na imigração. Nunca nos perguntaram, mas ao chegar à Irlanda pode ser pedido para comprovar que você tem como se manter. É preciso mostrar o comprovante da reserva do hotel ou de onde você vai se hospedar e comprovar que você tem dinheiro para se manter (entre 50 e 100 euros por dia).
A capital da Irlanda é Dublin, que fica na costa leste do país, na foz do Rio Liffey. A cidade foi fundada como um acampamento viking, no século VIII. No início do século X, coexistiam na cidade a colônia viking e a celta. Foi no século XII que Dublin se tornou sede do poder inglês.
Fomos 2 vezes em Dublin outubro 2023 e agosto de 2024 e simplesmente amamos. Tenho certeza que ainda voltaremos lá. Da primeira vez, Dublin fez parte de um roteiro extenso que fizemos e incluímos Lisboa, Mafra, Obidos, Nazaré, Leiria, Fátima, Tomar, Santarém, Dublin, Cork, Cliffs of Moher, Cobh, Mizen Head e Sevilla. Foi simplesmente fantástico. A medida que eu tiver tempo de ir escrevendo, vou liberando os links para vocês conhecerem tudo o que vimos e aprendemos.
 |
| Só para ilustrar o quanto nos deslocamos na Irlanda nessa primeira vez (percursos de azul). |
E por que Irlanda no meio de tanta coisa da Península Ibérica? Fomos rever amigos que a vida nos deu e que fazia um tempo que a gente não reencontrava. Como é bom ter tantos amigos espalhados pelo mundo. A gente conheceu João quando morou em Grenoble, na França, em 2002, e fomos muito parceiros por lá. Desde então, já nos encontramos em vários lugares no mundo e estabelecemos uma relação de irmãos.
Dublin dessa vez foi uma pequena parada de 2 dias, pois nosso destino na Irlanda era mesmo Cork, onde João mora no momento. Saímos de Lisboa às 6h50 da manhã voando pela Ryanair (que é uma companhia low cost Irlandesa) e chegamos ao aeroporto de Dublin às 9h35. Não tem fuso horário entre Portugal e a Irlanda.
.jpeg) |
| Olha a cara de sono, de quem estava embarcando às 6h50 da manhã. |
.jpeg) |
| Primeira vez que vimos a Irlanda. |
Como ir do aeroporto de Dublin até o Centro?
O aeroporto está a 10 Km do centro da cidade. É possível alugar um carro, mas descartamos essa possibilidade de imediato (estacionamento não é algo fácil nas grandes cidades europeias e não somos capazes de dirigir na mão inglesa). O táxi custa em média 25 euros (preço fixo), no entanto tem custo extra por mala e por passageiro adicional. Existe também a opção de transfer privativo ou compartilhado, mas que normalmente é bem mais caro.
A maneira mais comum de ir do Aeroporto de Dublin para o centro é através do ônibus shuttle Aircoach, que opera 24 horas por dia. Ele possui a rota para o centro e conecta o aeroporto a outras cidades e distritos irlandeses. A tarifa do shuttle até o centro é de 7 euros, e fica por 12 euros se comprar o bilhete de ida e volta. Os ônibus partem a cada 15 minutos, com tempo médio de viagem até o centro, de 30 minutos. O bilhete pode ser comprado com antecedência pelo site da Aircoach ou na hora do embarque (sujeito à disponibilidade).
Descemos na parada Dublin City Center O'Connell Bridge. Ficamos hospedados bem no centro, no Arlington Hotel O'Connell Bridge (23-25 Bachelors Walk). A parada de onibus era em frente ao hotel, mas do outro lado do rio. Uma pequena caminhada de 5 minutos. Foi uma excelente escolha.
 |
| Arlington Hotel (O'Connel Bridge) - onde ficamos |
No caminho para o centro, ainda no ônibus, vimos a Samuel Beckett Bridge, projetada pelo arquiteto Santiago Calatrava (o mesmo do Museu do Amanhã). A ponte fica sobre o Rio Liffey. Foi inaugurada em 2009. Seu formato curvo lembra o de uma harpa irlandesa deitada. E o detalhe é que ela é giratória e capaz de girar 90º para permitir a passagem de embarcações maiores.
 |
Samuel Beckett Bridge - Dublin
Samuel Beckett Bridge - Dublin
|
Chegamos ao hotel e já queríamos conhecer a cidade. Largamos as malas no quarto e fomos passear. Mas antes fomos completar o combustível e tomamos um bom café da manhã, ao meio dia.
O que mais chamou atenção no primeiro reconhecimento de área da cidade, foi a enorme quantidade de pubs.
Partiu conhecer Dublin
Uma refeição básica antes de sair batendo pernas pela cidade
Banco Central Irlandes
Dublin
Dublin
Dublin
Dublin
Dublin - a maioria dos pubs tem apartamentos, hospedarias ou hotéis na parte de cima
Olha o famoso Temple Bar Pub
Dublin
Em seguida fomos conhecer a Trinity College. Compramos a visita guiada, que nos levaria para conhecer o campus e terminaria com a visita à famosa biblioteca. A Trinity College é uma Universidade imponente com excelente colocação nos rankings internacionais. Fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, surgiu com o objetivo de dar condições para que a elite protestante pudesse estudar sem se misturar com os católicos. Essa segregação perdurou por cerca de 200 anos, quando os católicos passaram a ser aceitos na Universidade. Ali estudaram Oscar Wilde, Bram Stocker e Samuel Beckett. O campus ocupa 190.000 metros quadrados.
.jpeg) |
| Entrada principal da Trinity College |
.jpeg) |
| Entrada principal da Trinity College |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - esperando a visita guiada |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - esperando a visita guiada |
A visita guiada começa pela torre do campanário. Ela é uma torre sineira de 1853 e existem muitas histórias ligadas a ela. Acima dos arcos da estrutura há esculturas das cabeças de grandes pensadores e figuras da Grécia antiga como Homero, Socrátes, Demóstenes e Platão, representando as artes e a educação clássica. Existe uma superstição de que o estudante que passar por baixo da torre enquanto o sino estiver tocando, será reprovado nos exames finais. Para evitar qualquer azar, muitos alunos desviam do campanário durante todo o curso e só passam por lá no dia da formatura.
.jpeg) |
| Torre do Campanário - Trinity College |
.jpeg) |
| Torre do Campanário - Trinity College |
 |
Torre do Campanário - Trinity College
|
 |
Torre do Campanário - Trinity College
|
Ao lado do campanário fica a estátua de George Salmon. Ele foi aluno da universidade aos 14 anos de idade e tornou-se matemático e teólogo aos 21, sendo depois reitor. Ele era extremamente conservador e contra o ingresso de mulheres na universidade e dizia sempre que elas só entrariam "por cima do meu cadáver". Por coincidência, a primeira mulher ingressou na Trinity College no exato dia da sua morte em 1904. O detalhe irônico é que a estátua dele, esculpida por John Hughes, retrata-o com expressão irritada, observando a grande maioria de estudantes mulheres que circulam pelo campus.
.jpeg) |
| Estátua do reitor George Salmon - Trinity College |
Visitamos também o prédio museu da Trinity College. Ele é o primeiro edifício de estilo gótico veneziano da Irlanda. Ele abriga o departamento de Geologia.
.jpeg) |
| Campus Trinity College |
.jpeg) |
| Campus Trinity College |
.jpeg) |
| Campus Trinity College |
.jpeg) |
| Campus Trinity College |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - departamento de geologia |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - departamento de geologia |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - departamento de geologia |
Seguimos conhecendo os predios interessantes da Trinity College e paramos um pouco no Globo Dourado, a escultura de bronze "Sfera con sfera" criada pelo artista italiano Arnaldo Pomodoro. A esfera externa rachada revela uma engrenagem interna complexa simbolizando a complexidade do nosso mundo e está instalada em frente à biblioteca Berkeley (junto ao edifício museu).
.jpeg) |
| Campus Trinity College - Departamento de Geologia |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - globo dourado |
.jpeg) |
| Campus Trinity College - globo dourado |
E finalmente entramos na Old Library. Lá estão a harpa mais antiga da Irlanda (harpa de Brian Boru) que inspirou o símbolo da Cerveja Guiness, e o Book of Kells. A biblioteca tem a maior coleção de livros manuscritos e impressos da Irlanda. Desde 1801 a biblioteca recebe um exemplar de todos os livros publicados na Irlanda e na Inglaterra (atualmente possui mais de 5 milhões de livros divididos em 8 edifícios). O Book of Kells é um livro com mais de 340 páginas escritas e ilustradas a mão, datado do ano 800 d.C. O livro tem os quatro evangelhos da Bíblia, escritos em latim. A biblioteca é aberta diariamente ao público, mas para ter acesso a algumas áreas, é preciso comprar ingresso.
A harpa é o símbolo nacional oficial da Irlanda, e não o trevo, como muitos pensam. Ela era usada como brasão de armas da Irlanda desde o Século XIII e aparece em passaportes, moedas de euro irlandesas, selos e documentos oficiais do governo irlandês. A presença da harpa se tornou um emblema da identidade e da resistência celta ao domínio britânico. E por isso, ela também aparece como símbolo em muitas empresas que a adaptam, como a Ryanair e a Guiness, mas para evitar conflitos de direitos autorais com o Estado, o brasão oficial da Irlanda tem a harpa virada para a esquerda e no logotipo da Guiness é virada para a direita.
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College |
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College |
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College |
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College - muitas prateleiras vazias porque os livros estavam sendo digitalizados |
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College - harpa Brian Boru |
.jpeg) |
Biblioteca Trinity College - Book of Kells
 | | Biblioteca Trinity College |
|
.jpeg) |
| Biblioteca Trinity College |
.jpeg) |
| Biblioteca do Trinity College |
Finalizada a visita guiada, ainda caminhamos um pouco mais pelo campus, para tirar algums fotos. A universidade tem um astral bem legal.
.jpeg) |
| Trinity College Campus |
.jpeg) |
| Trinity College Campus |
.jpeg) |
| Trinity College Campus |
.jpeg) |
| Trinity College Campus |
Ao sair da Universidade vimos a "Crann an oir" conhecida como the Golden Tree ou Money Tree. Ela foi criada pelo escultor irlandes Éamonn O'Doherty e fica localizada na Dame Street, na calçada do Banco Central da Irlanda desde 1991.
.jpeg) |
| The Golden Tree ou Money Tree |
Fomos então caminhar e passamos pela St Werburgh's uma igreja da Igreja Irlandesa, construída em 1178, perto da Saint Patrick. Ali, também, vimos a Millenium Child, uma famosa escultura de bronze criada pelo escultor irlandês John Behan. A obra retrata três crianças brincando e dançando juntas. Foi concebida como símbolo do otimismo, esperança e união para as novas gerações do milênio que se iniciava.
Aproveitamos para visitar o Saint Patrick's Park, um parque público localizado nas imediações da St Patrick Church.
.jpeg) |
| St Werburgh's - Dublin |
.jpeg) |
| Millenium Child |
.jpeg) |
| Saint Patrick's Park |
.jpeg) |
| Saint Patrick's Park |
.jpeg) |
| Saint Patrick's Park |
.jpeg) |
| Saint Patrick's Park |
Então seguimos para a St Patrick Cathedral, pois tínhamos ingressos reservados para as 15h30. Pagamos 12 euros por uma visita audioguiada. Ela é a catedral nacional da Igreja da Irlanda (anglicana). St Patrick (São Patrício) é o padroeiro da Irlanda. A catedral foi construída entre 1220 e 1260. O local escolhido para a construção da catedral era onde São Patrício batizava os novos cristãos. Era lá que, no século V, ele convertia para o cristianismo os líderes celtas que viviam na ilha. A catedral é bem bonita e a visita super vale a pena.
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
.jpeg) |
| St Patrick Cathedral - Dublin |
Seguimos conhecendo e fomos até a Christ Church ou Catedral da Santíssima Trindade, que também tínhamos ingressos comprados e válidos para o dia todo (10,50 euros). Ela é o edifício mais antigo em funcionamento de Dublin, fundado por volta de 1030 pelo Rei Viking Sitric Silkbeard. Ela abriga a maior cripta medieval da Irlanda. Os jardins da igreja são lindos. Nos jardins tem a escultura do mendigo (Homeless Christ) criada pelo artista canadense Timothy Schmalz. Ele parece um mendigo, mas se observar os pés da estátua, dá pra ver a marca dos estigmas de Cristo.
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin - Homeless Christ |
.jpeg) |
| Christ Church - Dublin |
Paramos para comer um delicioso fish and chips e voltamos para a região dos pubs.
.jpeg) |
Dublin
|
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
Fish and Chips Irlandes - Dublin
|
 |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
Passamos para conhecer a Ha'Penny Bridge, oficialmente a Ponte Liffey. É uma ponte para pedestres contruída em 1816. Ela foi a primeira ponte em ferro fundido da Irlanda. Antes de sua construção, a travessia era feita por barcos operados por William Walsh. Diante das más condições das embracções, Walsh foi intimado à repará-las ou construir uma ponte. Ele optou pela construção da ponte e ganhou o direito de cobrar um pedágio de meio penny (half a penny ou ha'penny) de cada pedestre pelo período de 100 anos. A cobrança foi descontinuada em 1919, quando se tornou gratuita.
.jpeg) |
| Ha'Penny Bridge |
Anoiteceu e fomos curtir os pubs irlandeses. Descobrimos que aqui as pessoas não passam a noite toda no mesmo pub. Eles vão de bar em bar a noite toda e curtem bastante. Os pubs são muito animados e na maioria tem música ao vivo.
Claro que fomos ao Temple Bar. Na verdade esse é o nome da região que fica na margem sul do rio. E lá fica o Temple Bar Pub. Ele existe desde 1840. e é famoso pela sua fachada vermelha e musica irlandesa ao vivo. A gente AMOU!
.jpeg) |
| Temple Bar - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub- Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
Temple Bar Pub - Dublin
Temple Bar Pub
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar - Dublin |
.jpeg) |
| Temple Bar Pub - Dublin |
Pra terminar a noite, caminhamos até a Isolde's Tower, bem pertinho do Templo Bar Pub, pra tirar uma foto na frente do prédio em que nossa amiga Bibi morou durante o seu intercâmbio.
.jpeg) |
| Isoldes Tower - visitando a casa de Bibi |
No nosso segundo dia em Dublin começamos pela visita do Castelo de Dublin (ingressos custaram 8 euros).
O Castelo de Dublin está temporariamente fechado, com previsão de reabrir ao público apenas no início de 2027, pois está servindo como sede oficial da Presidência do Conselho da União Europeia até dezembro de 2026. Mas quando fomos, ainda estava aberto. Originalmente, foi construído como uma fortaleza medieval onde antes existia um acampamento viking. Ele serviu de residência aos governantes ingleses de 1204 a 1922. No momento da independência, o último vice-rei da Irlanda entregou o Castelo de Dublin ao Governo do Estado Irlândes, récem independente.
É possível visitar o castelo por conta própria ou através de uma visita guiada de 60 minutos. Como não fizemos a visita guiada, não tivemos acesso aos aposentos reais e nem à Capela Real.
.jpeg) |
| É assim que a gente fica quando tem pouco tempo e muita vontade de conhecer um lugar (HAHAHA). |
.jpeg) |
| Casstelo de Dublin |
.jpeg) |
Castelo de Dublin
|
.jpeg) |
Castelo de Dublin - foto Wakanda Forever!
|
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin |
.jpeg) |
| Castelo de Dublin - Capela Real |
Saindo do Castelo de Dublin, passamos no Dubh Linn Garden, que são os jardins do castelo. No lugar desse jardin era onde ficava a Dubh Linn (piscina negra), um antigo poço de maré onde os vikings ancoraram e que deu origem ao nome da cidade. No centro dos jardins tem um gramado circular em formato de espiral em alusão aos celtas.
 |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
.jpeg) |
| Dubh Linn Garden |
Ai fomos caminhar para conhecer melhor e nos sentirmos Irlandeses. Paramos no Joy of Cha para tomar um café da manhã irlândes. Pode ter quem goste, mas não gostamos...
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| DDublin - Joy of Cha |
.jpeg) |
| Dublin - café irlândes |
Em seguida, fomos à Dublinia. E o que é Dublinia? É um museu recreativo de recriação histórica (adaptado para atrair também as crianças) com foco na história viking e medieval de Dublin. Ele está localizado em uma parte da Christ Church, no local exato onde ficavam os assentamentos vikings de Dublin. O museu é aberto das 10 às 17h diariamente e o ingresso custa 16 euros por adulto (existem descontos para crianças, estudantes e idosos). Gostamos e aprendemos bastante sobre a história viking na Irlanda.
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia - eu de Viking |
.jpeg) |
| Dublinia - Dico de Viking |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia - esse tem até som... |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
 |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
 |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia |
.jpeg) |
| Dublinia e Christ Church |
.jpeg) |
| Dublinia |
Em seguida, fomos até o pub mais antigo da Irlanda, The Brazen Head. Ele estabeleceu-se neste local em 1198 como uma hospedaria e o prédio atual foi erguido em 1754. Nesse pub os revolucionários irlandeses se reuniam para planejar a independência do país. E por que esse nome? O Brazen Head vem de uma lenda do século XIII de uma cabeça de bronze (brazen) montada sobre uma placa de mármore que era conhecida por prever o futuro. A cabeça poderia supostamente responder a qualquer pergunta cuja resposta fosse SIM ou NÃO.
A gente gostou muito do pub. A decoração é toda medieval e nas paredes tem muitas fotografias antigas de todo o tempo em que ele está em funcionamento.
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
.jpeg) |
| The Brazen Head |
The Brazen Head
Saíndo do pub fomos caminhando até o St Stephen's Green, que fica no centro de Dublin. No caminho observamos que ao lado das construções mais modernas, como os prédios de apartamentos residenciais, dá pra ver parte da muralha original da cidade medieval, que foi conservada. Acho isso fantástico.
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin - antiga muralha da cidade medieval |
.jpeg) |
| Dublin - antiga muralha da cidade medieval |
.jpeg) |
| Dublin |
O parque é circundado por vários escritórios de órgãos públicos e à Grafton Street (uma das principais ruas comerciais de Dublin). E vimos esquilos por lá!!! O parque tem 9 hectares de área verde e recebe esse nome, porque no século XIII havia ali uma igreja dedicada à São Estevão e um hospital para leprosos. O local era sujo e pantanoso e só em 1663 as autoridades resolveram revitalizar a área central e lotear o entrorno. Cada inquilino dos lotes do entorno pagava aluguel ao governo e era obrigado a plantar seis figueiras no terreno. Assim, a área verde foi tomado forma e parque surgiu. No século XVIII, com a abertura da Grafton St e da Dawson St, o calçadão do parque se tornou uma área de destaque da alta sociedade. No século XIX, o glamour do parque acabou e ele foi novamente abandonado e sua administração ficou aos cuidados das famílias que moravam nos arredores, tornando-se um local fechado e trancado à chave. Finalmente, em 1877, o Sir Arthur Guiness (Lord Ardilaun) comprou toda a área do parque, redesenhou e o devolveu à população com o novo design em 1880.
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
O parque teve um importante papel na Revolta da Páscoa (1916), quando houve um importante levante dos Irlandeses contra a dominação britânica. Na entrada do parque foi preservado o Arco dos Fuzileiros (com buracos de balas intactos em sua estrutura). Ele também é conhecido como o parque dos poetas, pois lá a gente pode encontrar estátuas de vários poetas irlandeses como James Joyce, Mangan e outros.
.jpeg) |
| St Stephen's Green |
.jpeg) |
| St Stephen's Green - arco dos fuzileiros |
Ao lado do parque fica o Stephen's Green Shopping Centre com uma linda estrutura metálica. Bem perto do Shopping, fica a ópera de Dublin, o Gaiety Theatre, e na calçada tem as mãos dos grandes cantores que já se apresentaram lá.
.jpeg) |
| Stephen's Green Shopping Centre |
.jpeg) |
| Stephen's Green Shopping Centre |
.jpeg) |
| Stephen's Green Shopping Centre |
.jpeg) |
| Calçada da Opera de Dublin |
.jpeg) |
| Calçada da Opera de Dublin |
.jpeg) |
| Calçada da Opera de Dublin |
Seguimos para a Merrion Square, mais um parque urbano ladeado por muitas casinhas no estilo gregoriano. Ele foi projetado pelo arquiteto James Dawson no seculo XVIII. Muitos escritores e artistas viveram nessas casas no entorno do parque. Dentre eles, o escritor Oscar Wilde (1, Merrion Square North) que tem uma estátua em sua homenagem bem perto do local onde ficava a casa dele. A casa é um museu e pode ser visitada, mas não fizemos a visita.
Em uma das esquinas do parque está a National Gallery, mas também não tivemos tempo de visitar.
.jpeg) |
| Merrion Square |
.jpeg) |
| Merrion Square |
.jpeg) |
| Merrion Square - passeio do Barco Viking |
.jpeg) |
| Merrion Square |
.jpeg) |
| Merrion Square |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
Dublin
.jpeg) | | Marrion Square |
.jpeg) | Marrion Square
|
|
.jpeg) |
| Merrion Square - estátua de Oscar Wilde |
.jpeg) |
| Merrion Square - casa de Oscar Wilde |
.jpeg) |
| Merrion Square - casa de Oscar Wilde |
.jpeg) |
| Merrion Square - casa de Oscar Wilde |
Retornamos para a O'Connell Street e seguimos até o obelisco. Ele é chamado de Spire of Dublin. Construido com 120 metros de altura é um cone de aço inoxidável com 3 metros de largura na base e apenas 15cm no topo. Ele substituiu a antiga Coluna de Nelson (um monumento de granito de 37 metros de altura com a estátua de Horatio Nelson, um almirante britânico) destruída em 1996.
.jpeg) |
| O'Connell Street |
.jpeg) |
O'Connell Street
|
.jpeg) |
| Spire of Dublin |
.jpeg) |
Spire of Dublin
Spire of Dublin |
.jpeg) |
| O'Connell Street |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin - Arlington Hotel |
.jpeg) |
| Dublin - Arlington Hotel |
Para fechar com chave de ouro, compramos uma noite irlandesa no pub do nosso hotel - incluia jantar e boa música - Celtic Nights - e nos divertimos bastante.
.jpeg) |
| Celtic Night's - Arlington Hotel |
.jpeg) |
| Celtic Night's - Arlington Hotel |
.jpeg) |
| Celtic Night's - Arlington Hotel |
.jpeg) |
| Celtic Night's - Arlington Hotel |
.jpeg) |
| Celtic Night's - Arlington Hotel |
Celtic Night's - Arlington Hotel
Celtic Night's - Arlington Hotel
Celtic Night's - Arlington Hotel
Ainda ficou muita coisa pra conhecer, mas na manhã seguinte, bem cedinho tinhamos nosso ônibus para Cork. A gente gostou muito dessa cidade. A impressão que a gente teve é que as pessoas são relaxadas e trabalham pouco, pois sempre tem gente alegre nos pubs. Tanto gostamos que fomos embora já com intenção de voltar. Vamos com a gente para
Cork?
.jpeg) |
| Indo para Cork |
.jpeg) |
Indo para Cork - já no ônibus
|
O que ficou de lição é que 2 dias são muito pouco para conhecer bem a cidade de Dublin. Como orientação, se for possível, fique pelo menos 3 dias inteiros e se tiver tempo de sobra, fique 4 dias.
De repente a gente estava novamente arrumado malas e pegando aquele voo da TAP partindo de Recife, para Dublin. Nossos amigos gauchos, os de Cork, iam nos encontrar em Dublin e partiríamos juntos, de carro, para a Irlanda do Norte. E assim, estávamos de volta a Dublin menos de 1 ano depois... Dessa vez a gente incluiu 2 dia em Dublin e depois seguimos para Belfast (Irlanda do Norte) e para a Escócia.
 |
| Arrumando as malas no dia da viagem, como sempre. |
.jpeg) |
Partiu Aeroporto
.jpeg) | | Portas em automático |
|
.jpeg)
Chegamos à tarde e mais uma vez fizemos o trajeto do aeroporto para o centro de Dublin no ônibus do aeroporto. Deixamos as malas no hotel e fomos caminhar. No final da tarde, fomos para o bar do nosso hotel pra comer e ouvir música ao vivo, enquanto a gente esperava os nossos gauchos de Cork. Dessa vez, experimentamos o Temple Bar Hotel Dublin, que foi tão legal quanto o que ficamos no ano anterior.
.jpeg) |
| Centro de Dublin |
 |
| Temple Bar Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin (Irish Coffee) |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin (Fish and Chips) |
Bar do Temple Bar Hotel
Bar do Temple Bar Hotel
Eles chegaram e vieram nos encontrar no bar do hotel e saímos para caminhar com eles. Dublin é uma animação só e em agosto o clima estava super agradável e atmosfera ainda melhor. Comemos uma pizza com eles e fomos descansar para a programação do dia seguinte.
 |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
Pela manhã, encontramo-nos e fomos ao Phoenix Park, que fica a 3Km do centro da cidade e é conhecido por ser o maior parque urbano da Europa. Ele foi inaugurado em 1662 como um parque de caça aos cervos, possui mais de 700 hectares e tem entrada gratuita, mas só foi aberto ao público em 1747. Pela dimensão do parque é possível ver monumentos, fazer exercícios, e até visitar um zoologico. Também é possível avistar vários animais que vivem livremente, como os cervos e passear em vários lagos ornamentais.
É lá no Phoenix Park que fica o maior obelisco da Europa, com 62 metros de altura. Foi erguido em homenagem às conquistas do Duque Wellington.
Nós não fomos lá, mas a residência do presidente da Irlanda fica dentro desse parque e é possível fazer visitas guiadas aos sábados. Também não fomos, mas lá também existem as ruínas do Ashtown Castle para visitar e muitos outros cantinhos que não deu tempo de ver.
Ainda fizemos um lanchinho no Tea Rooms. Um café temático da Alice no País das Maravilhas.
 |
| Mapa do Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
.jpeg) |
| Phoenix Park |
 |
| Phoenix Park |
Depois fomos novamente ao Merrion Square. O parque é muito interessante - arborizado, agradável e cheio de estátuas. Vimos o National Memorial to member of the Defence Force, que é uma pirâmide localizada próximo ao Parlamento Irlândes.
.jpeg) |
| Merrion Square - National Memorial to member of the Defence Force |
.jpeg) |
| Merrion Square - The Victims |
Em seguida, visitamos a National Gallery of Ireland. O museu é lindo. A arquitetura encanta e a coleção também. E o mais interessante: é totalmente gratuito. Para saber sobre o horário de funcionamento, é melhor dar uma olhada no
site oficial da galeria. O museu foi fundado em 1854 e aberto ao público 10 anos depois. Atualmente abriga mais de 15.000 obras.
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Christ on the Cross (1460) - artista sienês Giovanni di Paolo |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - The Annunciation (1435) - artista francês Jacques Yverni |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Triptych with the Cruxifixion and Donors (1540) - artista flamenco Pieter Coecke van Aelst |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - About to write a letter (1935) - artista irlandês Jack B. Yeats - Expressionismo |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - The Fisherman's Mother (1892) - artista irlandea Helen Mabel Trevor |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Magnus Modus (2017) - artista irlandês Joseph Walsh |
.jpeg) |
National Gallery of Ireland - Magnus Modus (2017) - artista irlandês Joseph Walsh
|
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
National Gallery of Ireland
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Garry Hynes (diretora de teatro e 1ª mulher a vencer um prêmio Tony de direção) 2016 - artista Vera Klute |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - The four season (1644) - artista francês Simon Vouet |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Lady Catherine and Lady Charlotte Talbot (1679) - artista britânico John Michael Wright |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - Mrs Noel Guiness and her Daughter (1898) - artista irlandês Walter Frederick Osborne |
.jpeg) |
| National Gallery of Ireland - A Virgem Maria e o Menino com São Pedro e Santa Maria Madalena (sec XV) - obra atribuída ao pintor italiano Giacomo del Pisano |
Em frente à National Gallery of Ireland tem um obelisco com 18,3 metros de altura, chamado de The Cenotaph. No seu cume, tem uma chama de bronze dourado que representa a Espada da Luz e foi erguido para comemorar o Estado livre da Irlanda.
.jpeg) |
| The Cenotaph |
Depois dessa visita, seguimos caminhando pelas ruas encantadoras de Dublin e fomos até a estátua de Molly Malone, uma das mais famosas de toda a Irlanda. A estátua de bronze fica na Suffolk Street, em frente à antiga Igreja de St Andrews. Foi colocada lá em 1988 pela escultora Jeanne Rynhart para comemorar o milênio da cidade.
Molly Malone é a personagem principal de uma famosa canção folclórica irlandesa, que se tornou o hino não oficial de Dublin: "Cockles and Mussels". A canção conta a história de uma vendedora de frutos do mar no século XVII que circulava nas ruas de Dublin empurrando seu carrinho e morreu de febre. Os turistas tem o péssimo hábito de esfregar as mãos nos seios da estátua, em busca de boa sorte. O que desgastou o bronze e deixou a área dourada e brilhante.
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
Dublin
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Estátua de James Joyce - apelidada de "The Prick with the Stick" |
 |
| Dublin |
.jpeg) |
| Estátua de Molly Malone |
.jpeg) |
| Estátua de Molly Malone |
 |
| Estátua de Molly Malone |
Em seguida caminhamos pela O'Connell Street até o The Spire. A grande novidade foi que, em frente ao The Spire, foi colocado um portal de comunicação! É uma estrutura circular com uma tela de transmissão ao vivo, sem audio, que permite que os pedestres vejam e interajam com pessoas em outras cidades do mundo. Foi inaugurado em maio/2024, inicialmente conectando Dublin e New York. A rede se expandiu e em 2026 já conecta a Lituania, Polonia, Filipinas (Manila), Philadelphia (EUA) e Barra Grande no Piauí.
.jpeg) |
| Nós no portal! |
Segumos então para conhecer uma triste escultura que relembra um terrível período da história da Irlanda: A Grande Fome. A Grande Fome Irlandesa foi um período de fome severa desencadeado por uma praga nas plantações de batata, que era o alimento básico de grande parte da população. Mais de 1 milhão de pessoas morreram em decorrência da subnutrição e das doenças que se seguiram como o tifo e a cólera. A população da Irlanda teve uma redução de 25% devido às mortes e a emigração.
O National Famine Way é uma trilha histórica de 165Km, na Irlanda, que recosntrói os passos de 1490 pessoas que foram forçadas a emigrar durante o auge da Grande Fome Irlandesa de 1847. A rota inicia no National Famine Museum (Roscommon) e termina nas docas de Dublin, em frente ao Museu da Imigração. O percurso é marcado por mais de 30 pares de sapatos infantis de bronze esculpidos em pedra, lembrando o sofrimento das crianças que estavam naquela marcha.
O monumento é bem forte e choca bastante. Mas é importante conhecer.
 |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
.jpeg) |
| National Famine Way |
National Famine Way
.jpeg) |
| Museu da Imigração - Dublin |
De onde estávamos, perto das docas, dava pra ver bem as duas pontes Calatrava em Dublin: A Samuel Beckett Bridge (a da harpa deitada) e a Jame Joyce Bridge.
.jpeg) |
| Samuel Beckett Bridge |
.jpeg) |
| Jame Joyce Bridge |
.jpeg) |
| Dublin |
Cansados desse dia maravilhoso, fomos conhecer um pub bem diferente: The Church. Ele funciona dentro de uma igreja, a St Mary's Church. Uma belíssima igreja do século XVIII que foi desativada nos anos 60 e foi então restaurada para se transformar em um bar. Inclusive o órgão foi preservado. Foi nessa igreja que Arthur Guiness (o da cerveja), se casou em 1761. A gente amou a experiência.
Já retornando para o nosso hotel, fomos em direção a Ha'penny Bridge e paramos para tirar fotos em uma estátua que nos chamou atenção. Oficialmente, ela se chama Meeting Place. Foi criada pela escultora irlandesa Jackie McKenna em 1988 e retrata duas mulheres ssentadas em um banco de pedra, conversando após um dia de compras, com sua sacolas aos seus pés. A ideia era retratar a vida cotidiana da cidade. Localmente, elas são conhecidas com "The Hags with the Bags"
.jpeg) |
| Meeting Place |
.jpeg) |
| Meeting Place |
Atravessamos a ponte e chegamos no Merchand Arch. O segurança se ofereceu pra fazer uma foto nossa, mas (eles tem um bom humor incrível), antes de nos fotografar, fez uma selfie dele. HAHAHA
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Dublin - Ha'penny Bridge |
.jpeg) |
| Selfie |
.jpeg) |
| Nossa foto ( e com o dedo na frente!) |
.jpeg) |
| Dublin |
Dublin
Ainda paramos para comprar os maravilhosos Donuts da Krispy Kreme e fomos nos despedir de Dublin com um delicioso Fish and Chips Irlandês no Quays.
.jpeg) |
| Dublin |
.jpeg) |
| Quays Fish n'Chips |
Ainda ficou faltando conhecer a Kilmainham Gaol (a antiga prisão de Dublin). Não conseguimos ingressos. E por isso teremos que voltar um dia por aqui e aproveitar para também conhecer tudo o que faltou do Phoenix Park.
Vamos seguir com a gente para Belfast?
.jpeg) |
| Seguindo para Belfast |
Nenhum comentário:
Postar um comentário